Eu não me consigo teletransportar — e o leitor também não. Infelizmente, isso significa que temos de recorrer a meios de transporte mais convencionais. Claro que viajar de carro pode ser interessante, mas sabe o que é ainda melhor? Desafiar as leis da física e voar mais alto do que os pássaros. Isso mesmo: viajar de avião é uma excelente opção, e aqui estão algumas razões pelas quais deve escolher o transporte aéreo para as suas próximas férias.
O seu voo sofreu perturbações? Transforme o seu voo atrasado, cancelado ou com overbooking numa indemnização de até 600€!
1. Voar é extremamente seguro
Muitas pessoas sentem-se desconfortáveis com a ideia de voar. Talvez seja o medo de cair, talvez não gostem da ideia de estarem a milhares de metros de altitude dentro de um cilindro de titânio pressurizado. No entanto, voar é, na verdade, muito mais seguro do que, por exemplo, conduzir um carro.
A probabilidade de morrer num acidente de avião é de apenas 1 em 9 821. Compare com 1 em 114 para condutores e 1 em 654 para passageiros de automóveis (sim, enquanto está dentro do carro). Isso deve-se ao conjunto rigoroso de regulamentos concebidos para tornar as viagens aéreas o mais seguras possível. O profissional que pilota o seu “rasga-nuvens” precisa de, no mínimo, 250 horas de voo, além das 1 500 horas exigidas para obter o certificado de piloto de transporte de linha aérea. É também necessário ter, pelo menos, 40 horas de treino de voo por instrumentos (ou seja, em condições de baixa visibilidade, recorrendo apenas aos instrumentos de bordo em vez da visão direta), tanto em voo real como em simulação. Não é de admirar que se fale tanto em escassez de pilotos – tornar-se um leva tempo.
Os aviões também são submetidos a controlos rigorosos de manutenção, reparação e revisão (MRO), sendo que a qualidade dessas operações está sempre a melhorar e a tornar-se mais exigente. Substituir qualquer componente exige documentação extensa – e os aviões têm de passar, com alguma regularidade, por desmontagens quase completas.
2. Não há forma mais rápida de viajar
À primeira vista, voar pode não parecer assim tão rápido. É necessário chegar ao aeroporto com pelo menos uma hora de antecedência. Depois vêm os controlos de segurança demorados, tirar os sapatos, esperar sentado em bancos pouco confortáveis (quando há algum disponível) — e o voo nem sempre parte a horas.
Mas se algo correr mal por culpa da companhia aérea — o voo atrasar, for cancelado ou partir sem si por overbooking — existem regulamentos da União Europeia que obrigam as companhias a pagar compensações pelo transtorno. Isso mesmo: além de tudo aquilo a que tem direito como passageiro aéreo afetado por uma perturbação de voo — alimentação, água, chamadas, até alojamento e transporte — pode também apresentar um pedido de compensação até 600 euros. É precisamente esse o tipo de casos que a Skycop trata. Se o seu voo for perturbado, contacte-nos — o serviço é gratuito se não obtivermos compensação.
Ainda assim, viajar de avião é mais rápido do que fazer o mesmo trajeto de carro ou barco, especialmente para destinos mais distantes. Não há forma mais rápida de ir da Europa ao Japão do que num voo — aquelas 12 horas são imbatíveis. É verdade que, por exemplo, de Quioto a Tóquio pode ser mais rápido ir num dos famosos comboios Shinkansen do Japão, mas nem todos os países têm comboios de alta velocidade — e nem os comboios chegam a todo o lado.
3. Os aviões podem ir a qualquer lugar
O comboio é, provavelmente, uma das melhores invenções da humanidade para transportar pessoas e mercadorias a longas distâncias com pouco esforço e custos reduzidos. No entanto, os comboios ainda não são mágicos e exigem um enorme investimento em infraestrutura antes de começarem a funcionar. Já os aviões só precisam de pistas de aterragem nas extremidades do percurso — não se preocupam com o tipo de terreno no meio do caminho (salvo talvez algumas montanhas).
É por isso que os aviões são ideais para viajar entre países, chegar a locais remotos — em algumas regiões da Sibéria, o correio e até os trabalhadores se deslocam de helicóptero — ou visitar ilhas paradisíacas. Afinal, a construção de um túnel ferroviário sob o Canal da Mancha continua a ser considerada uma grande conquista da engenharia. Enquanto isso, ninguém fala muito sobre o aeroporto de Palawan (nas Filipinas), porque não há nada de extraordinário em construir um aeroporto numa ilha tropical.
4. Voar pode ser confortável
Sim, é verdade que muitas vezes nos queixamos das limitações a bordo de um avião. E, sejamos sinceros, as companhias aéreas low-cost que operam voos regionais não são exatamente conhecidas pelo conforto — neste caso, aplica-se bem a expressão “tem aquilo por que pagou”. É pouco provável que sejam tão confortáveis quanto os comboios.
Por outro lado, viajar de avião é claramente mais confortável do que ir de autocarro ou de carro. Tem o seu próprio assento, pode levantar-se para esticar as pernas e usar a casa de banho sem grandes complicações. Além disso, não se fica tão cansado nem com aquele cheiro desagradável típico das viagens longas de autocarro — especialmente porque a viagem de avião é muito mais rápida. E, uma vez no ar, há sempre a possibilidade de comprar algo para comer, mesmo que aquilo que aparece no catálogo seja, na prática, o oposto de “ter aquilo por que pagou”.
5. Pode até socializar durante o voo
Ao entrar num avião, é obrigado(a) a desligar o telemóvel. E como nem todos os voos oferecem wi-fi (e os que oferecem costumam cobrá-lo à parte), acaba por ficar desconectado(a) da rotina online permanente. Só pense nisso: durante algumas horas, não vai ter de lidar com o Facebook, o Twitter e outras aplicações que só servem para causar stress. Quase parecem umas férias dentro das férias.
Além disso, estará rodeado(a) de outras pessoas que também ficaram, de repente, offline. E o prazer (ou tormento) partilhado de estar num avião pode até despertar o lado mais social. Pode começar uma conversa sobre os preços absurdos da comida a bordo, comentar que os filmes parecem ter sido sacados da internet antes do voo ou até discutir a seca que afeta as regiões sobrevoadas. Quem sabe — talvez conheça alguém especial. Não é por acaso que surgiram projetos como o Flight Club ou o Airintroduction. A Air New Zealand, por exemplo, chegou a permitir criar um perfil de encontros com seis meses de antecedência para que fosse possível sentar os passageiros com base em interesses em comum.
O seu voo sofreu perturbações? Transforme o seu voo atrasado, cancelado ou com overbooking numa indemnização de até 600€!
Afinal, não seria ótimo fazer uma nova amizade e ainda ficar com uma boa história para calar aquele seu tio que está sempre a reclamar que, na era digital, as pessoas deixaram de se relacionar? No entanto, nem mesmo a tecnologia mais avançada consegue garantir que a sua viagem ocorra sem imprevistos. Se tiver de lidar com atrasos de voo, cancelamentos ou situações de overbooking, apresente um pedido de indemnização à Skycop. O processo é rápido, não há pagamentos antecipados e pode dar direito a uma indemnização de até 600 €. Com a Skycop, pode explorar as suas opções de indemnização por voo e apresentar facilmente uma reclamação para obter o que lhe é devido.
